Comunidades Ágeis… A importância de ter um espaço para compartilhar!

CoPNosso post de hoje é sobre Comunidades Ágeis. Escolhi falar sobre o assunto para as pessoas saberem o valor que tem uma comunidade dentro de uma socieadade. Mas antes de sabermos como criar ou fomentar uma, precisamos saber o que é, para não fugirmos do objetivo. Comunidade, segundo o dicionário, é “um conjunto de pessoas que se organizam sob as mesmas normas, que vivem no mesmo local e compartilham do mesmo legado cultural e histórico”.

Logo, podemos dizer que toda comunidade que se forma tem como objetivo trazer conhecimentos, experiências e assuntos de importância para aquele nicho de pessoas. Por isso, as comunidades são movimentos ativos, que desenvolve um trabalho voluntário, sem fins lucrativos.

Eu sempre fui fascinadacomunidad-tera pelo trabalho das comunidades, pelo doação e fiz parte de algumas, que auxiliavam as pessoas de alguma forma. Em 2012, conversando com mais 3 amigos cariocas, tivemos a ideia de criar uma comunidade no Rio de Janeiro. O objetivo dessa comunidade que criamos é trazer informações sobre gerencia de projetos, produtos, gestão, pessoas, trabalho de equipes, comportamento, engenharia e desenvolvimento de software. Batizamos a comunidade com o nome de Rio Agile e de lá pra cá, já fizemos várias edições, todas realizadas com ajuda e apoio de empresas e universidades que fomentam esse tipo de trabalho. Utilizamos o espaço, em troca de divulgarmos o nome dos apoiadores… trabalhamos com troca de serviços, sem envolver dinheiro. Com isso, o Rio Agile tem seus valores bem fundamentados e reconhecidos por toda sociedade carioca. Apoia não só as pessoas que frequentam o evento, como outras comunidades e eventos em outros estados brasileiros que possuem o mesmo objetivo.

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Através da união de pessoas comprometidas com o mesmo propósito e valores, conseguimos realizar juntos; palestras, workshops, dinâmicas e ainda facilitamos que as pessoas conheçam outras. O networking tem muito valor numa comunidade, pois fomenta empregos, amizades, eventos e muito trabalho coletivo. Se as pessoas soubessem a força que tem uma comunidade, teríamos muito mais comunidades espalhadas por todo país.

E para concluir, escrevo com toda convicção que, uma comunidade só sobrevive e se mantem viva, pelos valores e pelo respeito que possue pelos participantes que a integram. A transparência na condução de seus trabalhos é essencial para evolução e crescimento. Desafios são muitos, pois pessoas entram numa comunidade com propósitos diferentes. Mas elas só não compõem, se os seus valores não forem os mesmos da comunidade.

A minha dica pra você que quer participar de uma é procurar saber a história dessa comunidade, quem organiza e como organiza. Se a comunidade trabalha sem fins lucrativos ou se você precisa pagar uma taxa para fazer parte dela. Além disso, pergunte-se o que você ganha e o que você perde fazendo parte dela. Se todas as respostas forem condizentes com o que você espera, não perca seu tempo. Corra para comunidade mais próxima e faça parte desse movimento. Você encontrará pessoas que como você, buscam informações, soluções, respostas, novidades e conhecimentos que possam ser compartilhados.

…E se você quiser criar uma comunidade, como eu, conversse com seus amigos, proponha um encontro, traga pessoas que tenham esse perfil de agente de mudança e que dominam o mesmo assunto. Busque parceiros como universidades e empresas que apoiam essa ideia. Compartilhem seus sentimentos e suas ações que tudo dará certo. Você vai ver o quanto é bom fazer parte de uma comunidade 🙂

Quem quiser saber mais sobre o Rio Agile, acesse no Facebook.

Até mais!

 

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